
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
RECADO DE AMOR
terça-feira, 27 de setembro de 2011
S U A V I D A D E
"Se as árvores tivessem alma, talvez uma qualidade
que se poderia atribuir a elas fosse a suavidade.
Suavidade não é ausencia de força, mas algo que
não perturba, não pressiona, mas conhece o poder
que tem e oferece abrigo.
Parte do texto Suavidade, extraido do livro Beleza Interior, da Brahma Kumaris Editora.
Por Ma Ferreira
sábado, 24 de setembro de 2011

te esquecer a qualquer hora, mais só me basta um olhar e tudo prova que poder
eu posso, só não consigo. As vezes imagino como seria se nada disso tivesse
acontecendo, se eu não estivesse completamente louco por você, olho do meu
quarto janela a fora e fico imaginando tu caminhando, vindo até mim, será que é
real? Será que vai ter fim?
cravada virando de um lado pro outro daí dou-me conta que tu tas por perto, e
percebo que a mão que te toca, a boca que te beija, não são minhas.
tocando musicas lentas, em uma noite fria, você diz que sou estranho mais você
é um anjo e eu só preciso que você torne meus pensamentos, minhas imaginações,
meus sonhos em realidades, são tantos mais necessariamente realize um... se
torne real, e venha ser você e eu.
mais ao menos me deixe escolher, é eu sei, agora aquela musica que fazia
lembrar você e eu, te lembra outra pessoa, que os momentos que sonhamos juntos,
já não são mais nossos, que os nossos sentimentos se separaram, e você segue
feliz... mais eu não quero outra chance, eu já tentei e não consegui, então
desculpe-me, esqueça-me seja feliz, só não se esqueça de quem te amou de
verdade, e lembre-se amor maior que esse, impossível de encontrar em outro
lugar, nem em sonho, até mesmo impossível imaginar, como eu acredito? Eu sinto-o.
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
SOBRE NÓS MESMOS
terça-feira, 20 de setembro de 2011
NOSSA PIOR DECEPÇÃO
Nossa pior decepção não é o próximo que nos fere com calúnias.
Não é a reprovação em um exame.
Não é o fim de um namoro.
Não é ser ofendido por um ser que sequer conhecemos.
Não é o emprego que não conseguimos, o contrato que não conseguimos fechar.
Não é a faculdade que não conseguimos cursar, a viagem que queríamos fazer.
Não são os nossos familiares que nos aborrecem, nos irritam.
Não são nossos filhos que teimam em nos desobedecer, em fazer tudo que está em desacordo com o que nós ensinamos.
Não é o nosso vizinho que teima em nos desrespeitar quando nós o respeitamos.
Não é não termos a vida que queríamos ter.
Nossa maior decepção? Nós mesmos, nossa incapacidade de tolerar, de amar incondicionalmente. Nossa falta de atitude diante das situações, nossa falta de posicionamento. Essas, sim, são nossas piores decepções, porque nós, somente nós temos o poder de nos decepcionarmos.
sábado, 17 de setembro de 2011
Eu sou eu, você é você, nós somos nós, e o que eles dizem? Não vale de nada...
Do meu amor que não conheço
Que seja meu, e todo próprio
E sempre, eterno nos mesmos olhos
E sempre, motivo de recomeço
Que seja todo seu conforto
E meu, vez que é todo sentimento
E todo desejo do vento do outono
E todo, agora, e eterno contentamento
E que quando lhe conheça
A saudade, doença que vivo
Seja apenas um nome
E que quando o dia amanheça
Seja inteira, a flor de ontem
Pela qual vago no infinito.
Gabriel Castelar
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http://gabrielcastelar.blogspot.com/
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
NAMORAR
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
MODERNINHA!!
Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico...
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!
Luís Fernando Veríssimo
Por Ma Ferreira
terça-feira, 13 de setembro de 2011
FRASES DE EFEITO
SÓ ME ARREPENDO DO QUE NÃO FIZ;
É MELHOR SE ARREPENDER DO QUE FIZ QUE DAQUILO QUE NÃO FIZ;
QUERER É PODER.
Tenho questionado muito as frases de efeito oriundas da sabedoria popular. São frases diretas, impactantes, que causam grande impressão, mas no fundo dizem meias verdades.
A primeira frase, por exemplo, expõe duas características péssimas para um ser humano: a imprudência e a falta de humildade, porque um indivíduo que nunca deixa de fazer nada, não avalia, não pondera o que faz e, se nunca se arrepende, não aprende.
A segunda frase, que, aliás, transmite uma arrogância sem tamanho quando enunciada, é pior, porque um indivíduo que só se arrepende daquilo que não fez, é um indivíduo despreocupado com o próximo e, sobretudo, despreocupado com as consequências dos seus atos.
A terceira frase, quando dita, soa como uma equação matemática de resultado preciso: QUERER=PODER. Entretanto, não é bem assim, visto que o querer é apenas a mola propulsora, o QUERER é a vontade, mas para chegarmos ao ponto do PODER é preciso somarmos a esta equação pensamento positivo, atitudes corretas, muito trabalho, muita luta para então termos a possibilidade de realizar algo.
Como mencionei nas linhas inicias, as frases de efeito dizem meias verdades, isto é, parte do seu conteúdo é condizente com a vida, com a realidade, todavia cabe a nós refletirmos sobre elas, interpretarmos o que está além das linhas, o que está nas entrelinhas. Cabe a nós, acima de tudo, escrevermos as nossas próprias frases de efeito, mas que esse efeito seja verdadeiro e edificante.
domingo, 11 de setembro de 2011
Não me deixe...
sábado, 10 de setembro de 2011
Injúria
o amor que roubas de mim
que como o mar,
se faz gigante,
e nesse fado,
se faz o pouco,
o todo de mim.
Devolva
o desejo que roubas de mim
que como sangue,
se faz pulsante,
e nesse caso,
se faz o acaso,
o medo do fim.
Ó meu amor
minha doce, ignorante ilusão
Apenas devolva
um pouco de mim
que pelo ar é o perfume
a injúria inconcebível
o medo do fim.
Gabriel Castelar
Anuncio que em breve lançarei meu livro que se chamará Depois das pedras gostaria de contar com o carinho de vocês para com esse trabalho. Abraços
http://gabrielcastelar.blogspot.com/
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
CONFIANÇA
terça-feira, 6 de setembro de 2011
O eu e o outro

sábado, 3 de setembro de 2011
Fingimento
Finjo tanto
que não sei se finjo.
Finjo, fingindo, fugindo
das minhas fugas reais.
Finjo no meu olhar
negro claro,
fingindo olhares nus.
Finjo a vida,
a morte fingida,
fingindo a doença,
fingindo a cura,
as juras descompassadas.
Finjo ser próprio,
ser impróprio,
fingindo aquelas flores,
a criança chorando.
Finjo curtos amores,
fingindo o sol,
fingindo o mar,
a fuga inconstante,
meu todo fingindo ser bobo,
fingindo não te querer,
fingindo não te amar
como o miserável, pobre,
e só meu,
fingimento.
http://gabrielcastelar.blogspot.com/